Luis Carlos de Arapey (1921 - \o/ ) Livros Publicados: Poemas do Tempo Frágil Rio, 1951 O Dia Sobre o Rio S.P., 1961 Poemas Inspirados Em Música S.P., 1971 Poemas Inéditos PoA., 1981 Poemas Inéditos PoA., 1991 Remembranças PoA., 1991 Poemas de Arapey PoA., 2001

sábado, 3 de abril de 2021

Centenário do Poeta Arapey

Nesta Sexta Feira da Paixão, comemoramos o Centenário do Poeta Arapey reunindo virtualmente seus familiares e amigos.

Foi uma agradável troca de experiências e recordações da jornada e dos momentos de convívio com nosso querido poeta Arapey.

Agradecemos a valiosa contribuição de todos nesse evento.






quinta-feira, 2 de abril de 2020

99º Aniversário de nosso Poeta Arapey

Saudades.
Nosso Poeta Arapey faria 99 anos de idade hoje.
Wikipédia e sites de escritores, poetas e intelectuais não viabilizaram a criação uma página ou verbete em homenagem ao grande poeta que o Brasil e o Uruguai perderam em 12 de junho de 2015.
A academia, universidades e órgãos públicos de Cultura ignoram a obra e a existência do poeta bilingue, e a plataforma Lattes ignora a obra de Luis Carlos de Arapey.
Não esqueceremos, nós que tivemos o privilégio de conhecê-lo, desde Juarez Prado Córdova, idealizador deste blog, até Alejandra, professora de Sarandi de Arapey, Uruguai.




terça-feira, 2 de abril de 2019

98º aniversário de nascimento do Poeta Arapey

2 de abril de 1921. Nascia Luís Carlos Esteves Correa, em Sarandí de Arapey, Uruguai, próximo à fronteira brasileira.
Viveu, trabalhou, constituiu família no Brasil, sempre acompanhado, segundo a mitologia grega, das musas Calíope e Euterpe, da poesia e da oratória. A inspiração, que ele descreveu como inesperada, espontânea e repentina, gerava seus poemas nos momentos e locais distintos que, segundo disse, não era ele que definia.
Saudades. Alegria de podermos apreciar o legado que deixou.




segunda-feira, 2 de abril de 2018

Hoje o Poeta Arapey faria 97 anos

Saudades do nosso Poeta

domingo, 10 de setembro de 2017

domingo, 9 de abril de 2017

Homenagem do amigo Paulo Galletta

O amigo e ex-colega de Adelson nos escreveu e autorizou a publicação de seu depoimento sobre o poeta Arapey:

Sou Paulo Galletta, colega de trabalho do querido Arapey nos idos de 1961-65. Em 2011 ... consegui conversar por fone durante agradáveis momentos com o Arapey.
Pena que quando viajei ao RS vocês estavam aqui em Campinas e não pude revê-lo.
Gostaria de agradece-lo pessoalmente pela atenção e dedicação que ele teve comigo e com outros colegas de trabalho, sempre nos orientando e estimulando nos estudos.
Conversando ontem com meu amigo Adelson ( também dos velhos tempos da Ipiranga), recordamos do grande amigo e poeta Arapey.
Foram momentos de várias recordações de como o poeta era o grande estimulador da leitura, de todos os colegas, principalmente os mais jovens.
Lembramos que quase todos os dias, o Arapey trazia algum recorte de jornal, sobre os mais variados temas, e nos deixava para lermos. Em seguida, vinha nos perguntar nossa opinião.
Desta atenção diária, nos despertou o interesse pela cultura e pela política. 


Guardo com carinho duas preciosidades do Arapey que envio em Anexo. 

Um primeiro é a dedicatória que ele me fez, ao livro UM DIA SOBRE O RIO. 
O outro é a cópia de um cartão postal com a dedicatória no verso que ele me fez.
...
Guardaremos para sempre saudades do amigo e poeta, que tanto nos influenciou com sua atuação e conselhos, para que tivéssemos caminhos dignos e honrados.
Espero um dia ao visitar Porto Alegre ( ou outro local) poder conversar com você e sua família.
Abraço.




sábado, 8 de abril de 2017

Homenagem do amigo Adelson Lima de Oliveira

Outra comovente mensagem que recebemos de um grande amigo do poeta Arapey que trabalhou com ele em São Paulo:

Meu nome é Adelson Lima de Oliveira, desde 1963 convivi muitos anos com seu pai, o poeta Luiz Carlos Esteves Corrêa ou Luiz Carlos de Arapey.
Hoje moro em Niterói no RJ. Peço-lhe desculpas por estar lhe contatando, mas há muitos anos procurava alguém me que desse uma luz para contatar o "Seu Corrêa". 
Sempre o tratei assim. Finalmente, há alguns dias, através de um amigo comum Paulo Galletta, que já lhe contatou em algumas oportunidades, tive a felicidade de saber do seu contato, por isso estou tomando essa liberdade. Conheci o Seu Corrêa (ou Mestre como também o chamamos) no ano de 1963 quando entrei na empresa como office-boy com 15 anos de idade. Hoje estou com 69 anos. Convivi longos anos com essa pessoa maravilhosa que aprendi a gostar, ou amar para ser mais objetivo.
Naquela idade, eu, o Paulo Galletta e todos os office boys éramos "macacos de auditório" do Mestre poeta, pela sua generosidade em tratar a todos aqueles iniciantes na vida profissional com extrema receptividade, dando-nos a "custo zero" toda a sua sabedoria, honestidade, vivência e maturidade.
Ele ajudava a forjar aqueles garotos em homens de futuro.
Eu particularmente fui um privilegiado. Em razão das nossas funções, durante anos trabalhamos em uma sala isolada dos demais funcionários e em mesas contiguas, o que nos aproximou muito. Nosso dia a dia, apesar da diferença de idade, nos tornou muito unidos e tínhamos uma admiração mútua. Nossas confidências eram diárias.
Conhecia você de nome, até porque Clara é também o nome da minha mãe e ele falava muito de vocês.
Fui sim um privilegiado, pois essa nossa comunicação diária me propiciou ser o leitor em primeira mão das suas poesias manuscritas em qualquer papel, caderneta, cartão, jornal ou qualquer outro meio que pudesse registrar os seus poemas.
Eles brotavam a qualquer momento e onde estivesse os registrava. Muitas foram as vezes em que, voltando da rua, depositava esses manuscritos em minha mesa e nada dizia, esperando que eu os lesse e comentasse.
 Não sou um felizardo?

Arapey

Arapey
Luis Carlos De Arapey o Poeta da Integração do Conesul